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O UOL não atualizou as ferramentas de blogagem. Então, passo a postar as novas mensagens no novo endereço.

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Escrito por Hilário Seara às 07h06
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Escrito por Hilário Seara às 06h07
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Escrito por Hilário Seara às 03h56
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LEI 48 - EVITE TER UMA FORMA DEFINIDA

...Finalmente, aprender a se adaptar a cada nova circunstância significa ver os acontecimentos com os seus próprios olhos, e com frequência ignorar os conselhos que as pessoas estão sempre dispostas a dar. Isso significa que você deve joga fora (1) as leis que os outros pregam, (2) e os livros que elas escrevem para lhe dizer o que fazer, (3) e o sábio conselho dos idosos. "As leis que governavam as circunstâncias são abolidas por novas circunstâncias", escreveu Napoleão, o que significa que é você quem tem de avaliar cada nova situação. Confie demais nas idéias dos outros e acabará assumindo uma forma que não é a sua. O respeito excessivo pela sabedoria alheia fará você desvalorizar a sua própria sabedoria. Seja cruel com o passado, especialmente o seu, e não leve em consideração filosofias impigidas de fora para dentro.



Escrito por Hilário Seara às 14h27
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Luiz Felipe Pondé

O filósofo e professor fala sobre os medos do mundo moderno, igreja e crise mundial

 

 

 

 

 



Escrito por Hilário Seara às 02h02
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“Observo a política da Costa Rica de proteção ambiental e a economia pelo não investimento na área militar.

Não comprovei a veracidade do discurso. Mas, é muito bom.” HS


DEPOIMENTO DO PRESIDENTE DA COSTA RICA

"ALGO HICIMOS MAL"    Palavras do Presidente Oscar Arias da Costa Rica na Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, 18 de abril de 2009

 

"Tenho a impressão de que cada vez que os países caribenhos e latino-americanos se reúnem com o presidente dos Estados Unidos da América, é para pedir-lhe coisas ou para reclamar coisas. Quase sempre, é para culpar os Estados Unidos de nossos males passados, presentes e futuros. Não creio que isso seja de todo justo.

 

Não podemos esquecer que a América Latina teve universidades antes que os Estados Unidos criassem Harvard e William & Mary, que são as primeiras universidades desse país. Não podemos esquecer que nesse continente, como no mundo inteiro, pelo menos até 1750 todos os americanos eram mais ou menos iguais: todos eram pobres.

 

Ao aparecer a Revolução Industrial na Inglaterra, outros países sobem nesse vagão: Alemanha, França, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e aqui a Revolução Industrial passou pela América Latina como um cometa, e não nos demos conta. Certamente perdemos a oportunidade.

 

Há também uma diferença muito grande. Lendo a história da América Latina, comparada com a história dos Estados Unidos, compreende-se que a América Latina não teve um John Winthrop espanhol, nem português, que viesse com a Bíblia em sua mão disposto a construir uma Cidade sobre uma Colina, uma cidade que brilhasse, como foi a pretensão dos peregrinos que chegaram aos Estados Unidos.

 

Faz 50 anos, o México era mais rico que Portugal. Em 1950, um país como o Brasil tinha uma renda per capita mais elevada que o da Coréia do Sul. Faz 60 anos, Honduras tinha mais riqueza per capita que Cingapura, e hoje  Cingapura em questão de 35 a 40 anos é um país com $40.000 de renda anual por habitante. Bem, algo nós fizemos mal, os latino-americanos.

 

Que fizemos errado? Nem posso enumerar todas as coisas que fizemos mal. Para começar, temos uma escolaridade de 7 anos. Essa é a escolaridade média da América Latina e não é o caso da maioria dos países asiáticos. Certamente não é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, com a  melhor educação do mundo, similar a dos europeus. De cada 10 estudantes que  ingressam no nível secundário na América Latina, em alguns países, só um termina esse nível secundário. Há países que têm uma mortalidade infantil de 50 crianças por cada mil, quando a média nos países asiáticos mais avançados é de 8, 9 ou 10.

 

Nós temos países onde a carga tributária é de 12% do produto interno bruto e não é responsabilidade de ninguém, exceto nossa, que não cobremos  dinheiro das pessoas mais ricas dos nossos países. Ninguém tem a culpa disso, a não ser nós mesmos. Em 1950, cada cidadão norte-americano era quatro vezes mais rico que um cidadão latino-americano. Hoje em dia, um cidadão norte-americano é 10 15 ou 20 vezes mais rico que um latino-americano. Isso não é culpa dos Estados Unidos, é culpa nossa. 

 

No meu pronunciamento desta manhã, me referi a um fato que para mim é grotesco e que somente demonstra que o sistema de valores do século XX, que  parece ser o que estamos pondo em prática também no século XXI, é um  sistema de valores equivocado. Porque não pode ser que o mundo rico dedique  100.000 milhões de dólares para aliviar a pobreza dos 80% da população do mundo "num planeta que tem 2.500 milhões de seres humanos com uma renda de $2 por dia" e que gaste 13 vezes mais ($1.300.000.000.000) em armas e soldados.

 

*Como disse esta manhã, não pode ser que a América Latina gaste $50.000*  milhões em armas e soldados. Eu me pergunto: quem é o nosso inimigo? Nosso inimigo, presidente Correa, desta desigualdade que o Sr. aponta com muita razão, é a falta de educação; é o analfabetismo; é que não gastamos na saúde de nosso povo; que não criamos a infra-estrutura necessária, os caminhos, as estradas, os portos, os aeroportos; que não estamos dedicando os recursos necessários para deter a degradação do meio ambiente; é a desigualdade que temos que nos envergonhar realmente; é produto, entre muitas outras coisas, certamente, de que não estamos educando nossos filhos e nossas filhas.

 

Vá alguém a uma universidade latino-americana e parece, no entanto que estamos nos sessenta, setenta ou oitenta. Parece que nos esquecemos de que em 9 de novembro de 1989 aconteceu algo de muito importante, ao cair o Muro  de Berlim, e que o mundo mudou. Temos que aceitar que este é um mundo  diferente, e nisso francamente penso que os acadêmicos, que toda gente pensante, que todos os economistas, que todos os historiadores, quase concordam que o século XXI é um século dos asiáticos não dos latino-americanos. E eu, lamentavelmente, concordo com eles. Porque enquanto nós continuamos discutindo sobre ideologias, continuamos discutindo sobre todos os "ismos" (qual é o melhor? capitalismo, socialismo, comunismo, liberalismo, neoliberalismo, socialcristianismo...) os asiáticos  encontraram um "ismo" muito realista para o século XXI e o final do século  XX, que é o *pragmatismo*. Para só citar um exemplo, recordemos que quando  Deng Xiaoping visitou Cingapura e a Coréia do Sul, depois de ter-se dado  conta de que seus próprios vizinhos estavam enriquecendo de uma maneira  muito acelerada, regressou a Pequim e disse aos velhos camaradas maoístas que o haviam acompanhado na Grande Marcha: "Bem, a verdade, queridos camaradas, é que a mim não importa se o gato é branco ou negro, só o que me interessa é que cace ratos". E se Mao estivesse vivo, teria morrido de novo quando disse que "a verdade é que enriquecer é glorioso". E enquanto os chineses fazem isso, e desde 1979 até hoje crescem a 11%, 12% ou 13%, e  tiraram 300 milhões de habitantes da pobreza, nós continuamos discutindo sobre ideologias que devíamos ter enterrado há muito tempo atrás.


A boa notícia é que isto Deng Xiaoping o conseguiu quando tinha 74 anos.  Olhando em volta, queridos presidentes, não vejo ninguém que esteja perto  dos 74 anos. Por isso só lhes peço que não esperemos completá-los para  fazer as mudanças que temos que fazer.   

Muchas gracias."   



Escrito por Hilário Seara às 01h47
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Ülf, uma cartaz para você se familiarizar com o movimento FORA SARNEY

fora_Sarney



Escrito por Hilário Seara às 01h16
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VIVA A SANFONA - FILME NOVO



Escrito por Hilário Seara às 01h12
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O ESPAÇO SOLUÇÃO NÃO É O ESPAÇO PROBLEMA

Diferentes técnicas levam a pessoa a experimentar o espaço solução. Novas crenças, sensações, posturas corporais, emoções... A partir da perspectiva da "solução" a atenção dirige-se, atravez dos caminhos, normalmente, para realizar as metas e objetivos. O espaço problema é como estar com a cara dentro de uma poça de lama. Algumas pessoas vivem com a cara enfiada num oceano de lama. Nessa perspectiva, só se tem a visão e sensação da lama. Não existe atenção livre para encontrar alguma saida da lama. Não há escapatória.

Então, por algum acontecimento a pessoa levanta um pouco a cabeça da lama. Raios de sol, uma brisa, sons de pássaros atingem esse ser pelas lateirais. A cabeça ainda tá quase dentro da lama. Mas ela continua com a atenção nessas novidades. A atenção antes fixada na lama, começa a passear por novas áreas, imagens, sensações e sons. Um caminho foi aberto.

Contudo, cada caminho é único. O processo de individuação continua. Seguir modelos prontos podem ajudar por um tempo, mas em determinado momento há de se alcançar a própria trilha. A sabedoria do eu interior (superior), a intuição do corpo serão a bússula ou GPS nessa jornada. A inteligência, o raciocinio, a estratégia vai ser importante para compreender os sinais e adequar os passos nas caminhadas

Agora quebro um pouco o ritmo dessa linha de pensamento e falo sobre um dos temas que me interessa. A diferença entre fantasia e realidade. O Harry Palmer diz algo mais ou menos assim: persistir numa irrealidade durante um tempo acaba criando essa realidade. No final de contas, essas diferenças são apenas perspectivas. Mas, são muito importantes usarmos a nossa inteligência para não sermos manipulados por nós menos ou por outros. Atenção. Há custos nessa persistência. Estar atento e presente. Ter reflexão crítica. Dialogar com pessoas sobre os passos. Confiar nas bússulas e seguir na jornada. Esse pode ser um caminho no processo de individuação. Talvez, você queira testar.

Um ponto importante é que quando se coloca um dos pés no espaço solução muitas mágicas acontecem. Quem estava há anos com a cara num oceano de lama pastosa, fedida e perstilenta, quando experiência umas das praias paradisiacas de Noronha ou os campos das chapadas do interior do Brasil, acredita fielmente nestas soluções "mágicas". A diferença foram os opostos vivênciados rapidamente. Logo, a diferença entre realidade e fantasia fica ainad mais ténua

Por fim, transcrevo algumas definições que encontrei sobre essas diferença:

A REALIADADE: a mudança é lenta e gradual. Exige muito trabalho, um pouco de sorte, uma quantidade razoável de sacrifício pessoal e muita paciência.

A FANTASIA: uma transformação repentina provocará uma mudança total no destino de uma pessoa, evitando o trabalho, a sorte, o sacrifício pessoal e a demora de um só golpe fantástico.

A REALIADADE: a sociedade é fragmentada e cheia de conflitos.

A FANTASIA: as pessoas podem se juntar numa união mística de almas.



Escrito por Hilário Seara às 15h24
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Anotações de leituras do livro as 48 leis do poder.

LEI 40 - DESPREZE O QUE VIER DE GRAÇA

JULGAMENTO

O que vier oferecido de graça é perigoso - em geral é um ardil ou tem ali uma obrigação oculta. Se tem valor, vale a pena pagar. Pagando, você se livra de problemas de gratidão e culpa. Também é prudente pagar o valor integral - com a excelência não se economiza. Seja pródigo com seu dinheiro e o mantenha circulando, poia a generonizade é um imã para o poder.

IMAGEM

O Rio. Para se proteger ou salvar o seu patrimônio, você constroi um dique. Em breve, porém, as aguas ficam lodosas e pestilentas. Só as formas mais repulsivas de vida conseguem viver nessas águas estagnadas; nada trafega sobre elas, todo o comércio fica interrompido. Destrua o dique. A água que flui e circula gera abundancia, riqueza e poder em circulos cada vez maiores. O Rio deve causar inundações periodicamente, para que coisas boas possam florescer.

EVITE SEGUIR AS PEGADAS DE UM GRANDE HOMEM

Existe uma espécie de teimosia idiota ao longo da história, e um forte empecilho ao poder: a superstição de que se uma pessoa já teve sucesso fazendo A, B e C, você pode recriar esse sucesso fazendo a  mesma coisa. Esta abordagem de produção em massa, sem individualidade, seduz os poucos criativos, pois é fácil e apela para a timidez e a preguiça dessas pessoas. MAs as circunstâncias não se repetem exatamente da mesma maneira.

Lembre-se: você é o seu próprio pai. Não fique anos se educando para depois baixar a guarda e deixar os fantasmas do passado - pai, hábitos, história - se infiltrem novamente.

IMAGEM:

O Pai. Ele lança uma sombra gigantesca sobre os seus filhos, que, mesmo depois de morto, os mantém escravizados ao passado, arruinando a sua juventude e forçando-os a seguir o seu mesmo caminho desgastado. São muitos os truques que ele usa. A cada encruzilhada você deve matar o pai e sair de sua sombra.




Escrito por Hilário Seara às 13h51
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O DESEJO INCONTROLÁVEL

 

Eu tenho lido um livro de PNL muito interessante. Não apresenta técnicas. Conta apenas “causos” da historia para descreverem as 48 leis de poder. 

 

Eu já citei uma frase do Jung: a vontade demasiadamente ativa obstrui o caminho. Encontrei um trecho no livro bastante semelhante: o desejo costuma criar efeitos paradoxais: quanto mais quer alguma coisa, quanto mais você corre atrás dessa coisa, mais ela se esquiva de você. Quanto mais interessado você se mostra, mais afasta o objeto do seu desejo. Isto porque o seu interesse é muito forte – faz as pessoas se sentirem estranhas, até com medo. O desejo incontrolável faz você parecer fraco, indigno e patético.

...

 

Outro trecho parece até lição dos materiais do Avatar:

Para onde o seu olhar (atenção) se volta, aquilo que ele decide ver é que é real; o que ele ignora e da as costas morreu.



Escrito por Hilário Seara às 13h23
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É uma honra falar um pouco desse homem. Muitos colegas não sabem quem é a pessoa e a sua historia. Conhece apenas os livros dele.  Eu brinco e digo sempre que ele é o meu avô. Eu conheci a Analise Transacional, O Avatar, o Firewalking e muitos outros processos de trabalho e terapias por intermédio dele. A Ana Lira fazia sempre essa ponte de ligação. Fui aluno do practitioner e do Master em PNL do irmão dele - o Eduardo. Cheguei a ser assistente do Eduardo. O nome da familia é sempre familiar. Passei a noite lendo o Blog dele - o Roberto Shinyashiki - e fiz várias copias para este blog. Divirtam-se!



Escrito por Hilário Seara às 03h08
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Abrace os comportamentos dos campeões

Olá!

Em nosso papo anterior, falamos sobre como você “não deve se comportar” se quiser ter sucesso na vida em geral, mas principalmente em sua carreira profissional. Agora vamos conversar um pouco sobre os comportamentos dos autênticos campeões, que você deve incorporar, já que quer ser um deles.

Os campeões se destacam da maioria a partir de suas características proativas e determinantes. Dentre elas, quero ressaltar estas sete, que considero especiais:

O campeão tem foco: quando ele põe algo na cabeça, ninguém consegue demovê-lo de seus objetivos;

O campeão sabe liderar: ele sabe atrair pessoas competentes para trabalhar ao seu lado e em suas metas. Sabe como conquistar, motivar e inspirar as pessoas;

O campeão aguenta pressão: o mundo de hoje apresenta uma cobrança muito maior sobre o indivíduo e as empresas, em especial em função da concorrência internacional, onde se procuram sempre os melhores resultados com os menores custos. O campeão sabe lidar com essa pressão e faz dela um dos motivadores para desenvolver suas qualidades;

O campeão decide: ele sabe definir uma situação. Isto é, sabe como colocar bom termo a todos os desafios que enfrenta e age no sentido de fazê-lo. No futebol, é comum usar o verbo “matar” para definir esse comportamento: quando um atacante marca vários gols em uma partida, diz-se que ele matou o jogo; quando um defensor destrói o ataque, ele mata a jogada. O campeão nas organizações também “mata os desafios”. Ele conclui o projeto no prazo, cumpre o combinado, resolve e faz acontecer;

O campeão adora assumir riscos: ele sabe que a vida é uma sucessão de situações desconhecidas em que temos de ter a coragem de avançar, mesmo não tendo certeza do que nos espera pela frente. O campeão sempre analisa, procura estar bem informado, mas tem a coragem de decidir e avançar, mesmo no meio da neblina;

O campeão adora competir: quando ele vence o campeonato paulista ele quer participar do campeonato brasileiro, depois quer ser campeão mundial. Competir faz parte do sangue que corre nas veias do campeão. Entrar em tantas competições durante a vida sempre ajuda a ter claro que na vida de um campeão o que define mesmo são os resultados. E no meio de todas essas provas, existe sempre uma certeza: a de que ao se preparar para elas você cresce sempre um pouco mais como ser humano e como profissional;

O campeão é amigo da tecnologia: a evolução das tecnologias tem criado uma vantagem competitiva monumental. As pessoas que se acomodam apenas com o conhecido não conseguem criar novas estratégias para realizar os seus objetivos. Um campeão não pode ficar alheio a toda essa tecnologia. Todavia, ele não a imagina como a sua tábua de salvação para toda e qualquer questão da sua empresa. Procura conhecê-la e aprende a usá-la com sabedoria.

O objetivo do meu livro “A Revolução dos Campeões” é ajudá-lo a identificar quem são os campeões na sua empresa e também a desenvolver esses campeões em potencial. Além de estimulá-lo a se colocar a caminho de também se tornar um deles. 

Pronto para ser um campeão? Então mãos à obra. Seus resultados só dependem de você.

Um abraço, com o carinho de sempre!

 Roberto Shinyashiki



Escrito por Hilário Seara às 02h15
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Evite os comportamentos dos perdedores

Oi Pessoal!

 
Estou de volta e, como prometi no texto anterior, vou compartilhar com vocês algumas dicas da nova versão do meu livro “A Revolução dos Campeões”, que vai ser lançada em março.

 
Para encontrar as respostas que você precisa para conquistar e manter uma presença forte no mercado em que atua, como profissional ou empresário, é muito importante conhecer as posturas que o levarão a ser um vencedor. Mas, mesmo antes de saber sobre os comportamentos dos verdadeiros campeões, é importante conhecer sobre as pessoas que se comportam como perdedores – desse modo, você poderá evitar se posicionar como elas. Os perdedores nas empresas são de quatro tipos diferentes:

 
O Mimado: aquele que age como se fosse uma criança, com atitudes egoístas e infantis. Algo assim como aquela criança que sempre diz para os amigos “Se não for do meu jeito, eu não brinco”. Ou seja: “Se não as coisas não forem como eu quero, não colaboro!”. São profissionais que recebem as críticas como uma ofensa pessoal e portanto têm muita dificuldade para evoluir. No fundo, eles querem que a empresa trabalhe em função deles.

 
O Enrolador: aquele que faz cara de preocupado com as coisas da empresa, mas quando é confrontado com as dificuldades dá um monte de ideias que tangenciam os problemas, mas na verdade não consegue entregar os resultados prometidos. Procuram mostrar dedicação, mas não têm foco no que realmente precisa ser feito e vivem sempre com explicações para os seus fracassos;

 

O Encrenqueiro: aquele que quando as coisas não andam bem fica brigando com todo mundo, procurando culpados e gerando acusações, em vez de colocar a mão na massa para ajudar a buscar soluções. Geralmente quando os problemas acontecem ficam nervosos, criam mais conflitos e acabam não resolvendo os problemas nem superando os desafios;

 
O coitadinho: aquele que, quando as coisas não dão certo, faz uma cara de vítima do destino e não assume a responsabilidade pelo seu trabalho – como se tivesse sido atingido por uma fatalidade, ou pela má sorte. Está sempre dando desculpas pelo seu fracasso e, principalmente, é especialista em colocar a responsabilidade pelos maus resultados em quem não está por perto.

 
Esses personagens cada vez têm menos espaço nas organizações, porque os resultados lhes são cobrados todos os dias e, como eles não entregam o que prometem, simplesmente acabam desmascarados por sua incompetência e falta de comprometimento.

 
Agora que você já sabe como “não deve se comportar” se quiser ter sucesso, já podemos preparar o próximo passo: no próximo texto do nosso blog, vou dar a você as dicas de como assumir comportamentos de um autêntico campeão.

Até lá!

 
Um abraço, com o carinho de sempre!

 
Roberto Shinyashiki



Escrito por Hilário Seara às 02h13
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10 mandamentos para ser feliz

As pessoas competentes são aquelas que conseguem manter uma postura positiva mesmo nos momentos mais difíceis. Ficar com cara carrancuda só piora a situação e não ajuda na resolução dos problemas.

 1- Curta mais a sua companhia. Aprenda a viver feliz mesmo sozinho. Convide um amigo para ir ao cinema, mas se não encontrar alguém disponível vá com a pessoa mais fascinante do mundo: você mesmo.

2- Tenha alto astral. As pessoas competentes são aquelas que conseguem manter uma postura positiva mesmo nos momentos mais difíceis. Ficar com cara carrancuda, só piora a situação e não ajuda na resolução dos problemas.

3- Viva com paixão. Procure estar por perto de pessoas com alegria de viver e manter-se afastado de indivíduos baixo astral, aqueles que secam até arruda e pimenteira.

4- Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Lembre-se, o seu corpo é o seu templo. Gostar de você mesmo, significa gostar dos outros e deixar as portas abertas para que gostem da gente também.

5- Invista em você todos os dias. Nós somos arquitetos da nossa personalidade. Quando a pessoa nasce Deus lhe dá um potencial infinito que poucas aproveitam. Pense em si mesma e trabalhe firme. Ser o co-criador de si é o maior desafio da vida.

6- Celebre as vitórias. Compartilhe seu sucesso com pessoas queridas. Mesmo as pequenas conquistas devem ser celebrada com alegria. Grite, chore, encha-se de energia para os próximos desafios.

7- Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente, para agradecer as dádivas recebidas. Mantenha o hábito de rezar antes de dormir, é bom para o sono e melhor ainda para a alma. A oração e a meditação são forças de inspiração.

8- Crie tempo para as pessoas importantes da vida. Filhos, maridos, pais e irmãos são as pessoas que vão estar com você nos melhores e piores momentos da sua vida. Embora eles não pareçam tão importantes na correria do dia-a-dia, são eles que darão força para continuar.

9- Tenha amigos vencedores. Campeões falam de e com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores. O diz-me com quem andas, continua válido, mais do que nunca.

10- Diga adeus para quem não lhe merece. Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é uma forma cruel de masoquismo. Não deixe que relacionamentos inconsistentes atrapalhem sua vida. Se você tiver um marido em casa que não esteja usando: empreste, venda, alugue, doe para uma instituição de caridade, enfim, deixe o espaço livre para um novo amor.
Um grande abraço a todos,
Roberto



Escrito por Hilário Seara às 02h01
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